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Objetivo:
Esta
Expedição tem por objetivo divulgar a prática do "Fora de
Estrada" no Brasil e na América do Sul, integrando Clubes e
Associações visando a troca de experiência e colaboração mútua.
Este
projeto teve início em 2000 com a Expedição Amazônia,
seguido pela Expedição Pantanal/2001 e no ano seguinte
com a Expedição Lagos Andinos/2002.
Ao
longo destes anos, o Clube da Camper reuniu informações valiosas sobre
o "off-road" no Brasil, e vem disponibilizando livremente para
consulta na Internet. Esta é a nossa forma de agradecer a todos aqueles
que nos apoiaram (e continuam a apoiar); contribuindo assim, para irmos
cada vez mais longe. |
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Alexandre Reis,
28 anos, solteiro, consultor tributário, formado em
Administração de Empresas, praticante de off-road e trekking. Estará
dirigindo sua Camper 90 - 4x4 - 2.8 lts TDI. apelidada de "Vampira".
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Ricardo Farias,
37 anos, casado com Érica, gerente de suprimentos, formado em Comércio
Exterior, MBA em Gestão de Negócios, praticante de mergulho e off-road.
Érica Farias,
30 anos, casada com Ricardo, formada em Comércio Exterior, Bancária,
praticante de mergulho e off-road. Estarão a bordo de sua "Viatura",
uma Camper 91- 4x4 - 3.0 lts TD.
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Alberto
Granville, 47 anos, casado com Janeth, Engenheiro Mecânico e praticante de off-road.
Janeth
Granville, 43 anos, casada com
Alberto, médica clínica geral e homeopata e praticante de off-road. Estarão abordo do
seu "Red
Bull",
uma Camper 90 - 4x4 - 3.7 lts TDI.
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Aron Andrade,
42 anos, casado com Silvia, pai de dois filhos (Henrique e Gustavo),
pesquisador e professor universitário, formado em Engenharia,
Administração de Empresas, com título de mestrado, doutorado e
pós-doutorado em Engenharia Biomédica, praticante de off-road, vôo
(monomotor e planador), mergulho, ski e para-sail.
Silvia Andrade,
43 anos, casada com Aron, mãe de dois filhos, professora de nível
básico e médio, formada em pedagogia e educação física, praticante de
off-road, ski e para-sail.
A família expedicionária fará a viagem em sua Camper 94 - 4x4 - 2.5lts.
TDI, apelidada de Puro Sangue.
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"Machu Picchu" ou "Velho
Pico" em português. Assim foi batizada a mais famosa cidade-santuário
do planeta, quando a descobriram no começo deste século. Mas, o seu
nome original ninguém sabe –e é bem provável que nunca venhamos a
saber, já que seus construtores, os incas, não tinham escrita.
Este é apenas um entre tantos mistérios que cercam a lendária
"cidade perdida dos incas". Acredita-se que tenha sido uma
combinação de centro religioso e observatório astronômico. Há também
evidências de que teria sido abandonada antes mesmo da chegada dos
conquistadores espanhóis ao Peru. O motivo é outro enigma, mas não
faltam especulações e teorias de todo tipo, sem contar os mitos que
transformaram Machu Picchu na mais intrigante atração turística da América
Latina. Para os místicos, fica aqui um dos três centros energéticos
da Terra.
Alguns acreditam que foram extraterrestres, e não os
incas, que ergueram a cidade e que ela continuaria sendo campo de pouso
de discos voadores. Para os cientistas, é o mais importante sítio
arqueológico do continente. Com tudo isso, só não dá para chamar
Machu Picchu de um "conjunto de ruínas", como geralmente
acontece. Machu Picchu está viva. E ela fala com seus visitantes.
O que quero dizer é que sua atmosfera, carregada de paz e
de poder, mantém intacta a majestade da civilização inca, o maior império
das Américas antes da chegada dos colonizadores europeus. Nem os
terremotos nem os espanhóis conseguiram derrubar suas muralhas de
pedra, ou o orgulho e o amor com que os quíchuas, descendentes dos
incas, guardam suas tradições, entre elas a adoração do sol, da lua,
das estrelas, do trovão, do arco-íris, dos rios e das montanhas. É
dessa reverência que as pedras de Machu Picchu falam, para quem quiser
ouvir. |